Um moço que faz poesias, que se encolhe, que sofre, que é inseguro e que presta a atenção em tudo que eu falo, que me chama pelo sobrenome, que me chama pela cor do meu cabelo.
Hoje acordei tão enamorada por ele e tão desesperada por saber que nosso encontro foi desajeitado demais, artificial demais, sem graça demais...
Minha cura, não se desencante ainda. Ainda não.
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