A maior parte do tempo é vazio, é esquecimento. É quase como uma anestesia que não me permite sentir a dor verdadeira, há sempre algo querendo vir a superficie, mas é sempre amortecido.
Acho que é a sua falta.
Eu com uma aliança no dedo, eu com outras pessoas por perto, eu com os olhos no céu, eu com o corpo em outro mundo.
Eu ficando na cama, eu com unhas vermelhas, eu dormindo sem parar.
Eu parada.
Eu chocada.
Estagnada.
cadê? não tem nada aqui.
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