Éramos célebres líricos, éramos sãos, lúcidos céticos, cínicos não. Músicos práticos, só de canção, nada didáticos nem na intenção... Tímidos típicos sem solução, davam-nos rótulos, TODOS EM VÃO. Éramos únicos na geração. Éramos nós dessa vez.
Tínhamos dúvidas clássicas, muita aflição. Críticas lógicas, ácidas não. Pérolas ótimas cartas na mão, eram recados pra toda a nação, éramos súditos da rebelião. Símbolos plácidos, cândidos não, ídolos mínimos, múltipla ação.

Sempre tem gente pra chamar de NÓS, sejam milhares, centenas ou dois. Ficam no tempo os torneios da voz, não foi só ontem é hoje e depois. São momentos lá dentro de nós, são outros ventos que vem do pulmão e ganham cores na altura da voz E OS QUE VIVEREM VERÃO...
Fomos serenos num mundo veloz, nunca entendemos então por que
nós... Só mais ou menos.







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