domingo, 22 de abril de 2012

"Ma petite Amélie,


vous n’avez pas des os en verre. Vous pouvez vous cogner à la vraie vie. Si vous laissez passer cette chance, alors avec le temps, c’est votre coeur qui va devenir aussi sec et cassant que mon squelette. Alors, allez-y, nom d’un chien!"






Não queria ficar postando coisinhas em francês, mas verdadeiramente essa parte de Amélie Poulain tocou meu coração. Acho que postar na língua em que foi escrito essa obra de arte é um dever  de qualquer um que queira dividir com o mundo. E eu quero dividir, porque tenho alguns traços parecidos com Amélie.

Não, não sou altruísta como ela é, mas fico tecendo histórinhas em minha cabeça e gosto muito mais delas do que  gosto de me arriscar contra a realidade. Sou uma covarde, tudo passa pelos meus dedos. Não tenho mais esperanças de mudar isso, pois as pessoas não mudam (aprendi isso), mas creio que devo arranjar um jeito no qual eu possa tecer histórias e me permitir ver a realidade. 


Acho que pensarei a respeito, não sei muito bem como conciliar minhas fugas com o meu mundo, mas deve haver algum modo. 

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