sábado, 17 de novembro de 2012

Vertigem.


Sentada na janela do ônibus, te olhando ir embora enquanto o dia também se despede. Te vejo como uma das pessoas mais lindas que já entraram na minha vida e te dou um sorriso que só pode dizer algo equivalente ao tão manjado ‘eu te amo’.
O sorriso que você me devolve me encanta. Esse sorriso que é meu por  dois  segundos faz meu corpo quase explodir com tanta luz - sua luz-  e eu sinto vertigem.
Sinto vertigem, pois te amo. Te amo e apenas te dou meu sorriso, esperando que você entenda que nesse momento não há nada que caiba melhor no meu dia do que a sua existência emparelhada com a minha.
Não vou agradecer por você estar por perto, por me dar afeto e amor e todos esses clichês bobos, porque eu simplesmente não sinto como se houvesse necessidade de agradecimentos. Acontece só o que tem que acontecer, não há obrigações da minha e nem da sua parte, há apenas a reciprocidade do nosso sentimento.
E essa emoção que você me passa é tão linda,  ela transborda meu copo, me faz feliz e linda e a Beleza disso tudo fica pairando sobre nós.
Meu primeiro pensamento após o seu sorriso é te escrever um texto quando chegar em casa que expresse esse meu devaneio que tive no ônibus e a vontade que tenho é de te dizer que certos amores me amarguram, menos o seu.






"E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"


Vinicius de Moraes

Um comentário:

Bruna disse...

Eu tenho tanto, pra lhe falar, mas com palavras, não sei dizer. Como é grandeeee o meu amoooooorrrrrr por vocêeeeeeeeeeeeeeee♥